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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Parabéns Campeões!

Hoje foram realizadas as semifinais e finais do 1° Torneio Municipal de Xadrez Escolar e teve a seguinte classificação final:

Campeão: Anderson (8° B)
Vice Campeão: Wigno (8° B)
3° Colocado: Adriano (9°)
4° Colocado: Jailson (8° B)

Entretanto, todos que participaram são CAMPEÕES. O Torneio foi um sucesso graças, principalmente, a vocês.

Não podemos deixar de agradecer de forma especial o apoio do Departamento de Cultura do nosso município representado pelo prof. Joaquim José, prof. Genário Azevêdo (Coordenador da Secretaria de Educação) que fez a abertura, nossa Secretária de Educação Ana Rita Trigueiro de Freitas, todos os nossos enxadristas da Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Manoel Viana dos Santos, a Direção e todos que fazem nossa escola, além da estrutura disponibilizada pela prefeitura municipal.

Abraço a todos e um Feliz Natal!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

FINALISTAS DO 1° TORNEIO MUNICIPAL DE XADREZ ESCOLAR

Estamos chegando ao final do nosso 1° Torneio Municipal de Xadrez Escolar e já conhecemos os finalistas, portanto, fiquem atentos às seguintes disputas:

Dia 18/12/11 - Local: Mercado Público, a partir das 8h da manhã

SEMIFINAIS

WIGNO (8°B) x ADRIANO (9°)

JAILSON (8°B) x ANDERSON (JUCA) (8°B)


Parabéns a todos participantes!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

IV Feira de Leitura

Parabéns a todos(as) os(as) alunos(as) e todos que fazem parte da EMEIF Manoel Viana dos Santos. A feira de leitura deste ano, apesar do enorme "trabalho", foi um sucesso! Agora, não vamos esquecer que o ano letivo ainda não acabou, portanto, temos que continuar nossos trabalhos e alunos... bons estudos para todos serem aprovados em breve!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Torneio Municipal de Xadrez Escolar

Dia 17/12/11 serão realizadas as semifinais e finais do 1° Torneio Municipal de Xadrez Escolar do nosso município na Feira Municipal de Cultura no Mercado Público, entretanto, as outras fases já terão início no próximo dia 21/11/11 na E.M.E.I.F. Manoel Viana dos Santos. Os interessados devem procurar fazer sua inscrição até o dia 17 deste com o Prof Ismaelton na referida escola. Fiquem atentos! Vagas limitadas. Inscrição gratuita! Boa Sorte...!

domingo, 13 de novembro de 2011

Alunos se prepara para a FEIRA DE CULTURA E ARTE DA ESCOLA MANOEL VIANA

Os alunos do 8º e 9º ano se preparam para a apresentação do Projeto Inglês digital: redes sociais. Eles fizeram uso do multiplouso e de Lan houses para a preparação do material que será apresentado na feira de leitura e cultura.



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Professor de Língua Inglesa Participa do VII SELIMEL - Campina Grande

Olá amigos,
Conheçam um pouco da história do SELIMEL - CAMPINA GRANDE:

O primeiro SELIMELSeminário Nacional sobre Ensino de Língua Materna e Estrangeira e de Literatura - realizou-se em maio de 1997, trazendo como tema: “Língua materna e estrangeira: descrição e ensino”. Desde então, priorizou discussões que envolvessem ensino e suas especificidades: concepções de Língua; metodologias; espaços presenciais e virtuais de ensino; produção de material didático, entre outros demandados pela instituição escolar; currículos acadêmicos e escolares; e desafios do fazer docente.
 Por seu histórico, o SELIMEL tem se consolidado nacionalmente como um evento que promove debates e fomenta outros sobre o ensino de língua e suas literaturas, e agrega, em torno de um objetivo comum, professores pesquisadores de todo o Brasil, professores da educação básica e estudantes de Letras e Pedagogia, em especial.
 Em sua sétima edição, a temática “Ensino de Língua e Literatura: práticas, estágios e políticas” objetiva tratar das determinações políticas que orientam o ensino de línguas e suas literaturas, assim como dos impactos que se revelam na formação inicial do professor, especialmente, na etapa de estágio; e nas mais diversas práticas de ensino do cotidiano acadêmico e escolar.
As modalidades de participação do evento incluem:
VEJAM AS FOTOS DA CONFERÊNCIA DE ABERTURA:

Conheça o artigo publicado no VII SELIMEL - CAMPINA GRANDE DO PROFESSOR PEDRO ALVES DA SILVA

A Relevância da escrita nos contextos de produção textual
na 3ª série do ensino médio
___________________

Silva, Pedro Alves da
EMEIF Manoel Viana dos Santos

RESUMO
O presente trabalho, intitulado “A relevância da escrita nos contextos de produção textual na 3ª série do Ensino Médio” procura refletir, expor e/ou evidenciar a escrita como prática social relevante. Buscamos averiguar a problemática que circunda as práticas de produção textual no Ensino Médio, observando-se as estratégicas de escrita desenvolvidas em turma de 3ª série de ensino médio que favorecem o desenvolvimento das competências. Procura, também, ressaltar a importância da escrita para o desenvolvimento lingüístico e as relações sociais dos indivíduos, bem como destacar o papel da escola enquanto instância mediadora do desenvolvimento de competências inerentes à produção escrita. Utilizou-se, além de um referencial teórico baseado nos estudos desenvolvidos por Câmara Jr. (1999), Marcuschi (2001), Antunes (2003), Geraldi (1997), Prestes (2001), Teberosky (2000), Lajolo (1999), Piletti (2000) e outros, análises de alguns textos produzidos pelos alunos, a fim de expor as principais dificuldades apresentadas por eles na produção de textos, considerando-se o trabalho didático-pedagógico que norteia essa atividade dentro do contexto de ensino público. Com base nos estudos realizados, observou-se que a maioria dos alunos enfrentam dificuldades em exporem suas idéias, porque,dentre outras razões, não possuem o hábito da leitura e que, os alunos pesquisados, não se sentem preparados para enfrentar o mercado de trabalho, o que requer mudanças urgentes nos fazeres pedagógicos escolares relacionados ao trabalho com a escrita.
Palavras-chave: Escrita. Interação. Produção textual.


Introdução


Este trabalho tem como suporte teórico geral os estudos interacionistas que dizem respeito à produção da linguagem escrita. O mesmo está estruturado da seguinte forma: a comunicação entre os sujeitos; a escola e o desenvolvimento da escrita; e, por último, a produção textual nos contextos do ensino médio.  Dentre esses estudos destacam-se os desenvolvidos por Câmara Jr. (1999), Marcuschi (2001), Antunes (2003), Geraldi (1997), Prestes (2001), Teberosky (2000), Lajolo (1999), Piletti (2000) e outros.
Sabe-se que são muitas as dificuldades que o aluno enfrenta para produzir textos, pois se acredita que a falta de leitura seja um dos principais fatores responsáveis para a construção de textos ineficientes. Não se deve, contudo, afirmar que a questão está apenas na ausência do ato de ler, pois não se pode desvencilhar da idéia de que os problemas encontrados na produção de textos refletem um grande impacto no processo educativo como um todo.
Partindo da necessidade de compreender a importância da escrita para a formação do ser social é que se objetivou esta pesquisa intitulada: A relevância da escrita nos contextos de produção textual na 3ª série do ensino médio.
As questões relativas à escrita têm sido uma das grandes preocupações de pesquisadores e professores. Ao perceber a problemática em torno deste tema, objetivamos realizar uma pesquisa em que se procura evidenciar a escrita como prática social relevante, bem como averiguar a problemática que circunda as práticas de produção textual no Ensino Médio. Observando-se o trabalho dos meus próprios alunos da 3ª série do ensino médio na Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Plácido Francisco Saraiva Leão na cidade de São José do Brejo do Cruz, a fim de compreender a escrita como processo de construção da cidadania e de efetivação de saberes.
Nesse sentido, a pesquisa que se busca empreender sobre a relevância da escrita nos contextos de produção textual na 3ª série do ensino médio, pretende inserir no quadro de estudos sobre as práticas institucionais e não-institucionais de leitura e escrita, visando à obtenção de explicações mais abrangentes e, por sua vez, mais condizentes, sobre o trabalho docente e as atividades textuais discentes.
Ao se propor refletir sobre a prática da produção textual no Ensino Médio pretende-se investigar, entre outros aspectos, a relação das principais dificuldades apresentadas pelos alunos na produção de textos.

1. A escrita e a comunicação entre os sujeitos

A escrita favorece no ser humano a construção do conhecimento, oportunizando-lhe usufruir dos seus direitos e deveres de cidadão de forma crítica e participativa. Conforme Antunes (2003, p. 44), “A escrita, como toda atividade interativa, implica uma relação cooperativa entre duas ou mais pessoas”. Como se percebe, para haver esta interação precisa-se do outro, do receptor, pois quando uma pessoa tenta se comunicar com alguém e não obtém respostas, não houve interação, mas apenas uma tentativa de comunicação.
Entretanto, a prática de escrita na escola, na maioria das vezes se dá de forma mecânica e periférica, centrada nas habilidades motoras de produzir sinais gráficos e, na memorização pura e simples de regras ortográficas, em que para muitos alunos, o fato de não saber escrever ainda equivale a escrever com erros de ortografia (ANTUNES, 2003).
Muitas pesquisas têm surgido em diversas áreas do conhecimento sobre o processo de aquisição da escrita e sua relação com a comunicação entre indivíduos. Neste sentido, diversos estudiosos e pesquisadores do assunto analisam tanto a aplicação quanto à evolução do processo de aprendizagem da produção escrita e sua interferência no contexto social. Dessa forma, eles podem realizar comparações e aprofundamentos sobre a referida atividade e suas implicações na comunicação entre os sujeitos.
Quando o sujeito entender realmente o processo de construção da escrita e sua importância para sua comunicação, saberá muito bem escrever textos que alcancem os seus anseios e objetivos e, a partir desse momento, saberá exercer sua linguagem de forma mais significativa.
Câmara Jr. (1999, p. 14) afirma que

[...] para bem se compreender a natureza e o funcionamento da linguagem humana, é preciso partir da apreciação da linguagem oral e examinar em seguida a escrita como uma espécie de linguagem mutilada, cuja eficiência depende da maneira por que conseguimos obviar à falta inevitável de determinados elementos expressivos.


Assim, a escrita, para garantir a eficiência da comunicação, precisa suprir, através de recursos lingüísticos, as várias lacunas causadas pela provável ausência do interlocutor, diferentemente de uma instância de fala, que, além de contar com a atividade verbal, ainda é enriquecida por diversos recursos extralingüísticos como gestos, entonação, expressões fisionômicas, entre outros.
Para Marcuschi (2001, p. 26), “A escrita seria um modo de produção textual-discursiva para fins comunicativos com certas especificidades materiais e se caracterizaria por sua constituição gráfica [...]”. Assim, a partir do momento em que o homem reconhecer as peculiaridades da escrita, a elaboração de bons textos fluirá de forma significativa e mais eficiente, havendo uma socialização/partilha e comunhão de idéias.
É através da comunhão das idéias que o sujeito interage. Nesse processo ele precisa, principalmente, das palavras, que se caracterizam como material que faz a ponte entre quem fala e quem está ouvindo, entre quem escreve e quem está lendo. Daí a importância de ter muitas idéias, de ampliar nossos conhecimentos, nossas informações e sensações, estender nossos horizontes de percepção das coisas.  Com o entendimento desses pressupostos, o homem pratica a escrita com muito mais prazer, pois a habilidade com as palavras surgirá de forma surpreendente.
Antunes (2003, p. 46), diz que “aí as palavras virão, e a crescente competência para a escrita vai ficando por conta da prática de cada dia, do exercício de cada evento[...]”. Assim, será possível perceber um exercício mais consciente dos recursos da linguagem.
É Através da organização de nossas idéias e pensamentos que se conseguem atingir as metas almejadas em um diálogo. A escrita, por não exigir a presença simultânea dos interlocutores em interação, não deixa de ser um exercício da faculdade da linguagem, antes, necessita de um trabalho de organização criteriosa do que se quer expor, pois a mesma existe para servir à comunicação entre sujeitos e estes, por sua vez, de forma cooperativa e mutuamente, se ajustam e se condicionam. Até porque quem escreve, faz isso para alguém, ou seja, está em interação com outro indivíduo. Esse outro individuo é a medida, é o parâmetro das atitudes que devem ser tomadas acerca do que dizer, do quanto dizer e de como fazê-lo.

2. A escola e o desenvolvimento da escrita: implicações pedagógicas

Na escola, o texto é o eixo privilegiado das atividades de ensino, pois o mesmo possibilita trazer informações aos estudantes, isto é, partilhar o que já foi feito/produzido. Assim sendo, é fundamental que se diversifique na escola o trabalho com a variedade de textos escritos e outros textos que condizem com a realidade do aluno. Sabe-se que, quando se unem os diversos textos, considerando-se seus objetivos e funções, o processo de ensino- aprendizagem surtirá efeitos de grande relevância para a vida estudantil do aluno.
É preciso, também, saber aplicar uma metodologia de ensino em que todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem participem de forma ativa. Assim, através de uma boa utilização dos recursos disponíveis, o processo de aprendizagem ao qual o aluno é exposto torna-se mais excitante e prazeroso, pois o mesmo se transforma em um novo universo de conhecimento. Em conseqüência disso, nascem as possibilidades produtivas que se manifestam no aluno através de sua escrita.
No que diz respeito ao papel da escola nesse processo, Prestes (2001, p. 5) ressalta que
Entre as atribuições da escola, ressalta-se a de fazer com que o aluno seja competente na leitura e na escritura. E a competência nesses dois itens é fundamental para que o educando tenha um bom desempenho escolar e para que no futuro possa alcançar pleno êxito nos diversos setores da vida em sociedade.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (1996, p. 4) em seu Art. 1º também destaca que “a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”.
Assim, a escola deve ser conhecedora do mundo no qual o aluno convive, pois só assim saberá trabalhar de forma coerente. Dessa forma, o aluno utilizará a sua aprendizagem adquirida na escola para a sua vida cotidiana e, com isso, valorizará uma educação que desenvolve uma prática escrita que gera resultados positivos no seu processo comunicativo.
Tudo isso levará o aluno a se comunicar com seus interactantes através de uma escrita que contemple os anseios básicos de uma interação entre leitor e produtor. A escola, por sua vez, deve fazer com que a sala de aula seja palco destas interações, que o aluno possa falar e ouvir, só assim, estará exercendo o seu papel de mediadora do conhecimento expondo seus alunos a comunicações que gerem um amadurecimento lingüístico eficaz. Não contrariando a concepção acima, os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (2001, p. 48) defendem que

A escola deve assumir o compromisso de procurar garantir que a sala de aula seja um espaço onde cada sujeito tenha o direito à palavra reconhecido como legítimo, e essa palavra encontre ressonância no discurso do outro. Trata-se de instaurar um espaço de reflexão em que seja possibilitado o contato efetivo de diferentes opiniões, onde a divergência seja explicitada e o conflito possa emergir;


Quando a escola assume seu compromisso de realizar uma educação de qualidade, o estímulo à produção textual fluirá naturalmente sem nenhum problema, pois todos estarão engajados em uma única causa: melhorar as relações comunicativas do aluno. Com isso, o aluno ao realizar uma produção textual, perceberá se sua escola estará ou não atuando como mediadora de conhecimento. A escola deve entender que “o ensino médio é a etapa final de uma educação de caráter geral que situa o educando como sujeito produtor de conhecimento e participante do mundo do trabalho” (BRASIL, 2002, p. 20). Portanto, concluindo-se essa etapa, espera-se que o educando esteja apto a realizar diversas interações a partir dos conhecimentos/competências adquiridas.

3. A produção textual nos contextos do ensino médio: reflexões e contraposições

A escola, neste momento, deve estimular seus docentes a trabalhar com seus alunos através de uma diversidade textual que possibilite ao aluno entender a importância que o processo da escrita exerce em sua vida.
Marcuschi (2001, p. 19) afirma que “Seria interessante que a escola soubesse algo mais sobre essa questão para enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, servindo até mesmo de orientação na seleção de textos e definição de níveis de linguagem a trabalhar”.
A afirmação acima aponta para a necessidade de a escola participar de forma ativa desse processo de seleção de textos, pois só assim a produção escrita dos alunos se tornará importante em suas vidas. Portanto, o trabalho não é fácil, mas também não é impossível de se realizar, só é preciso que todos que compõem a escola dêem as mãos e trabalhem de forma unida e organizada.
Geraldi (1997, p. 137), em suas reflexões sobre a produção de texto, afirma que para produzir textos é preciso que

a)           se tenha o que dizer;
b)           se tenha uma razão para dizer o que tem a dizer;
c)           se tenha para quem dizer o que se tem a dizer;
d)           o locutor se constitua como tal, enquanto sujeito que diz o que diz para quem diz [...];
e)           se escolham as estratégias para realizar (a), (b), (c) e (d).

O ponto de vista de Geraldi, assim como o de Marcuschi é extremamente importante, uma vez que se encontra respaldada em uma perspectiva interacional de linguagem. Isto é, uma perspectiva em que a escrita, na diversidade de seus usos, cumpre funções comunicativas socialmente específicas e relevantes.
Considerando-se tais pressupostos, cabe insistir que a produção de textos na sala de aula não deve ser pensada como uma atividade a ser realizada em um só momento (aula).
Intuindo-se a exposição das principais dificuldades apresentadas pelos alunos na produção de textos, considerando-se o trabalho didático-pedagógico que norteia essa atividade dentro do contexto de ensino público, realizou-se uma análise de alguns textos produzidos pelos alunos da 3ª série do Ensino Médio da Escola de Ensino Fundamental e Médio Plácido Francisco Saraiva Leão.
A coleta dos textos se procedeu da seguinte forma: Foi solicitado aos alunos que produzissem um artigo de opinião sobre um tema que provocasse polêmica. Os mesmos poderiam realizar pesquisas em livros, revistas e jornais. Os alunos se apropriaram de alguns textos que falavam a respeito da polêmica em questão. Após a leitura dos textos selecionados, iniciaram a produção dos textos. Todos produziram seu artigo de opinião de acordo com a proposta escolhida por cada educando.
É importante salientar, neste momento, que os alunos não iniciaram sua produção do artigo de opinião do nada, antes de tudo foi trabalhado o gênero artigo de opinião com suas principais características através de oficinas. Portanto, os temas que mais se destacaram foram dos textos apresentados a seguir. Outro ponto interessante antes da produção do texto foram os debates realizados em sala de aula, em que os todos os alunos tiveram a oportunidade de defender seu ponto de vista e aprenderam a utilizar seus contra-argumentos. Após a correção dos textos feita pelo professor em uma folha separada, foi devolvido aos alunos seus textos para que eles mesmos trabalhassem o processo de reescritura com a intervenção do professor.
Como todos os alunos da 3ª série do Ensino Médio produziram o artigo de opinião, foram selecionados apenas alguns textos para análise de questões que provocam dificuldades em suas realizações.
TEXTO 1
Análise do texto 01
No que diz respeito aos aspectos gramaticais, o referido texto está organizado em três parágrafos, sendo que o primeiro o educando introduz o tema abordado, em seguida desenvolve e, por último expõe sua conclusão a respeito da questão polêmica.
O texto apresenta, inicialmente, algumas questões meio confusas, pois o aluno tenta expor a opinião da igreja e de outras pessoas, provavelmente, que não comungam com a questão polêmica. Percebe-se, no primeiro parágrafo a falta de acentos gráficos em determinadas palavras, como: “catolico” ao invés de católico, o verbo “vestirão” em que o aluno o coloca no futuro do presente e, de acordo com o texto deveria estar no pretérito mais-que-perfeito. Com isso, ele não deixa bem estruturado o início de seu texto.
O texto segue com os mesmos problemas de acentuação gráfica e a troca do verbo no presente pelo futuro. Outro fator bem perceptível no texto é a escrita das palavras: “propios”, “pessando” e “eresponsalvel”. Ou seja, ele traz para a linguagem escrita as marcas da sua linguagem oral.
Já nos aspectos sociointeracionais, percebe-se que a interatividade que deveria haver entre professor-aluno deixou a desejar devido a falta de organização tanto no início quanto no final do texto produzido. Isso deve ter acontecido, provavelmente, à situação de produção dos textos, pois foram produzidos nas últimas aulas e os alunos estavam inquietos a fim de irem para suas casas.
E, por fim, ao concluir seu texto, o mesmo volta a cometer os mesmos erros, principalmente, a conjugação dos verbos defender e cometer. Pois, o aluno os coloca da seguinte forma: “defendemos” e “cometão”, em que o certo seria defendermos e cometam, de acordo com a opinião do autor do texto, isto é mais uma peculiaridade da falta de atenção por parte do aluno ao produzir seu texto.
Ao analisarmos este texto, percebe-se que o produtor possui uma carência de leitura. Pois, evidencia-se pelos erros de acentuação gráfica e má utilização dos verbos presente no texto. Mas, a condição de produção do texto exerceu uma grande intervenção, no que diz respeito à qualidade dos mesmos.
Sobre tal aspecto, Lajolo (1999, p. 7) afirma que “Ninguém nasce sabendo ler: aprende-se a ler à medida que se vive. Se ler livros geralmente se aprende nos bancos da escola, outras leituras se aprendem por aí, na chamada escola da vida”. Assim, compreende-se que o leitor, ao atingir um nível de apreensão acerca dos diversos tipos de leitura, compreenderá o ato de ler como o caminho mais curto para interagir e realizar ações de pensamento cada vez mais complexas, principalmente, no que diz respeito à produção escrita. Sendo assim, apesar dos entraves que dificultam a prática da leitura e da escrita na escola, ainda é possível formar leitores e escritores críticos e conscientes do verdadeiro sentido dos atos de ler e produzir textos.
Cabe, neste momento, refletir sobre o trabalho didático-pedagógico utilizado pelo professor, pois, em primeiro lugar, o aluno só produzirá bons textos se ele tiver competência para tal fim ou se for motivado a fazer isto, caso contrário, conseguirá, algumas vezes, realizar oralmente, mas, na prática escrita, ficará a desejar.
A partir do momento em que o professor assumir seu papel de mediador de conhecimento, o aluno poderá usufruir dessa intermediação de maneira que a interação entre ensino-aprendizagem, no que diz respeito a produção escrita do aluno, fluirá de maneira natural, assim a produção escrita já estará fazendo parte da vida cotidiana do aluno. Portanto, quando o professor coloca à disposição de seus alunos todos os meios eficazes para a produção escrita acontecer, respeitando suas especificidades e particularidades de cada aluno, o conhecimento e a maturação lingüística surgirão de forma paralela.
Os PCN (BRASIL, 2001, p. 48) colocam que

A mediação do professor, nesse sentido, cumpre o papel fundamental de organizar ações que possibilitem aos alunos o contato crítico e reflexivo com o diferente e o desvelamento dos implícitos das práticas de linguagem, inclusive sobre aspectos não percebidos inicialmente pelo grupo – intenções, valores, preconceitos que veicula, explicitação de mecanismos de desqualificação de posições – articulados ao conhecimento dos recursos discursivos e lingüísticos.

O professor, ao possibilitar a reflexão do aluno, estará contribuindo para a formação social e acadêmica dos mesmos, dando condições a eles de exercerem sua opinião crítica através de sua produção escrita. A partir desse momento, a escola deve esclarecer que o maior objetivo de uma produção textual é a comunicação. Quando ela ocorre de forma interativa é sinal que o objetivo do produtor foi alcançado. Portanto, só há interação quando os envolvidos se comunicam de forma compreensiva tanto da parte de quem produz como também de quem recebe.
TEXTO 2
Análise do texto 02
Em relação ao texto 02, nota-se uma estrutura do não texto, porque as idéias se contradizem entre uma e outra, desse modo não estão bem articuladas são apenas escritas de qualquer forma, ou seja, o aluno não observou regras de concordância, desconhece a escrita correta de algumas palavras, tais como: “em foque”, confunde a escrita da palavra “não” com “são”  e, muitas vezes não chega nem mesmo a completar as palavras, por exemplo: “diz” ao invés de “dizer”.
Apesar dessas observações, nota-se que o interesse e o esforço devem ser considerados, pois apesar de terem sido rompidos alguns dos princípios básicos do texto, é possível atribuir sentido, mesmo que tenha de ser feito uma releitura.
Portanto, vale salientar que a escola, neste momento, deve estimular seus docentes a trabalhar com seus alunos através de uma diversidade textual que possibilite ao aluno entender a importância que o processo da escrita exerce em sua vida. Ou seja, não apenas nas aulas de Língua Portuguesa e, sim em todas as disciplinas, portanto, essa deficiência deve ser abraçada por todos os demais professores para que a escrita e a leitura dos alunos se tornem qualitativas.
Marcuschi (2001, p. 19) coloca que “Seria interessante que a escola soubesse algo mais sobre essa questão para enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, servindo até mesmo de orientação na seleção de textos e definição de níveis de linguagem a trabalhar”.
Quando a escola participa de forma ativa desse processo de seleção de textos com os alunos, a produção escrita deles se tornará importante em suas vidas. Portanto, o trabalho não é fácil, mas também não é impossível de se realizar, só é preciso que todos que compõem a escola dêem as mãos e trabalhem de forma unida e organizada.
Observa-se que não basta saber que o estímulo é necessário, mas deve-se ter em mente como produzir tal estímulo.
Mauro e Ivamoto (2000, p. 20) dizem que

A fim de estimular a participação ativa do aluno na leitura de textos, cabe ao professor a responsabilidade de estabelecer, em sala de aula, situações abertas e flexíveis que, além de possibilitarem a interação professor-classe, abram caminhos para a interação aluno-texto.

O professor, ao assumir sua responsabilidade de estimular o aluno à produção textual através dessas situações abertas e flexíveis e, principalmente, a interação que deve existir entre aluno-professor e aluno-texto, fará com que a aprendizagem da escrita nos contextos do Ensino Médio se torne relevante para a vida do aluno.
Todos esses aspectos levam a uma reflexão sobre a importância da preparação adequada do professor, em geral, no tocante à mediação de atividades com textos diversificados na sala de aula.
Os PCN (2002, p. 81) dizem que “[...] a diversidade da escola média é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de partida de seu alunado, que requer diferenças de tratamento como forma mais eficaz de garantir a todos um patamar comum nos pontos de chegada”.
Saber trabalhar a unidade na diversidade é uma das grandes competências da escola. Assim, quando a escola coloca seu aluno no centro das atenções, ele se sentirá valorizado e motivado. Fazendo isso, a escola estará percebendo que o aluno é importante para que o processo de ensino-aprendizagem se concretize na prática escolar, portanto quando o aluno é envolvido neste processo educacional conseguirá ter estímulos à produção escrita.
Diante dessas constatações, enfatiza-se que a escola que busca formar cidadãos críticos, atuantes e competitivos precisa disponibilizar os meios para que todos tenham o direito de ler e, principalmente de escrever. Deve-se ainda, evidenciar que a escrita é prática relevante, para a própria vida e que se faz necessário conhecer e buscar soluções para a problemática que circunda as práticas de produção textual no Ensino Médio em geral. Expõe-se aqui a necessidade de realizar um trabalho de incentivo à leitura, insistentemente, para que, realmente, esta prática se efetive na vida do aluno/indivíduo/cidadão e que possa servir-lhe de subsídio para que ele possa fazer valer o seu direito à palavra.


 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Após a realização deste trabalho, espera-se poder ajudar a esclarecer as questões relativas à produção escrita no Ensino Médio como processo de formação da cidadania e de efetivação de saberes necessários ao homem enquanto ser social.
Acredita-se que a prática de produção textual seja parte do processo de desenvolvimento e ampliação da consciência do indivíduo. Desse modo, é preciso que a escola se conscientize de que, antes de escrever, é preciso refletir, e é a reflexão que, consequentemente, acarreta o avanço do aluno em relação ao processo de produção, o que pode ser fortalecido, também, com a aquisição da leitura, pois é através desta que o aprendiz dispõe de referenciais teóricos suficientemente sólidos que lhe auxiliem na compreensão da escrita. Assim, viabiliza-se ao aluno lidar favoravelmente com o texto escrito.
Lembrando-se que é a leitura o meio mais eficaz para aquisição de saberes, buscou-se subsídios teóricos para compreendermos o que é a escrita e como proceder o trabalho com esta prática no meio escolar para as finalidades aqui enfatizadas.
Não se pretende, com isso, chegar a definições, a conceituações definitivas, tampouco apresentar regras ou receitas. O propósito deste trabalho foi compreender o processo de produção textual na 3ª série do Ensino Médio, observando-se práticas vigentes que permitissem avaliar os aspectos básicos desse processo, dando margem a se conhecer mais sobre o próprio ato de escrever e averiguar se o trabalho didático-pedagógico está impulsionando os educandos a uma produção textual eficiente para os usos sociais inerentes à escrita.
Após a realização da pesquisa, pôde-se constatar que são inúmeros os problemas que dificultam a prática da produção textual na 3ª série do Ensino Médio no contexto de ensino público, bem como a sua extensão para o cotidiano dos alunos.
Contudo, cabe ressaltar que as dificuldades se acentuam dentro do contexto do ensino público, em que se observa maior carência em leitura, o que implica maiores dificuldades na expressão das idéias. Evidencia-se, então, a necessidade de melhorar a qualidade do ensino, no sentido de reconhecer que produção escrita tem um papel fundamental na aprendizagem global dos alunos, não somente na aprendizagem escolar, mas para que se estimule uma participação plena do educando/indivíduo dentro da sociedade, enfim, para que este cidadão encontre respeitado, em primeiro lugar, o seu direito à palavra.
6. Referências Bibliográficas

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BAKHTIN, Mikhail Mikhailovitch. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 9. ed. São Paulo: Hucitec, 1999.
BRASIL. Presidência da República. Lei n. 9.394 de 20 de dez. de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Senado 1997.
CÁMARA JUNIOR, Joaquim Matoso. Manual de expressão oral e escrita.  17. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
CHIAPPINI, Lígia (Cood. Geral). Aprender e ensinar com textos.  4. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula.  In: ________.  Sobre a produção de textos na escola. 3. ed. Ática: São Paulo: 2005.
________. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1997. p.135-165.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fonetes, 1998.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 4. ed. São Paulo: Ática, 1999
KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. 3. ed. São Paulo: Ática, 1990.
KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1998.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização.  2. ed. São Paulo: Cortez, 2001
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. – Brasília: Ministério da Educação, 1999, 364p.: il: fatos; 27 cm
MONTEIRO, Mara M. Leitura e escrita: uma análise dos problemas de aprendizagem. Petrópolis : Vozes, 2004. 45 p.
PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (Re) escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensno. 3. ed. rev. corr. Catanduva: Rêspel, 2001
REINALDO, Maria Augusta Gonçalves de Macedo. A orientação para produção de texto.    In: DIONISIO, Angela Paiva; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.). O livro didático de português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001. p. 87-100
SERAFINI, Maria Teresa. Como Escrever Textos. 11. ed. São Paulo: Globo, 2003.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. Leitura na escola e na biblioteca. 1. ed. Campinas: Papirus, 1986.
TEBEROSKY, A. Aprendendo a Escrever – Perspectivas Psicológicas e Implicações Educacionais, 3. ed. São Paulo: Ática, 1995.

AMIZADE!!!

A amizade existe

     O valor da amizade vem desaparecendo no decorrer dos tempos. Talvez, pelo fato da sociedade estar cada vez mais “tecnológica”, ou talvez por causa da falta de sentimentos bons entre as pessoas. Apesar do esforço dos pensadores e artistas em dar ênfase a esse tema e não deixá-lo cair no esquecimento, é inevitável dizer que, infelizmente, a amizade está se degradando com o tempo.
     Com a evolução tecnológica, os amigos e amigas não estão tendo mais contato físico, digamos assim. Eles não estão mais se encontrando pessoalmente para conversar, dar risadas e tudo mais que amigos devem fazer. Pelo contrário, a comunicação se tornou virtual. Tornou-se freqüente a utilização da internet como meio de comunicação entre eles.
     Apesar da tecnologia, ou melhor, da internet afastar o convívio social, ela também ajuda na comunicação de amigos que moram em lugares distantes, como outros estados e outros países. Mas, é visível que a amizade torna-se mais forte e mais verdadeira através do convívio social. Existe algo melhor que o conforto de um abraço amigo? Não!
     Existem “amigos” e amigos. Aqueles que te querem ao seu lado apenas por interesse que, na verdade, nem são amigos. Outros, que não te deixam em paz, mas que você adora. Aqueles que, apesar de grandes, parecem que não saíram do jardim de infância. Amigos-cabeça, desequilibrados, confusos, de todas as cores, de todas as idades, enfim... Mas amigo de verdade é aquele que sempre está ao teu lado para te apoiar, para te dar a mão, para te fazer feliz! É aquele amigo-irmão ou, no meu caso, amiga-irmã. A amizade existe. É só cultivar!


Rennan Vieira de Souza Rocha,
Endereço eletrônico: nanrrocha@hotmail.com

DIA DO AMIGO!!!

 Há tantos momentos na vida em que apenas representamos, aparentamos ser, mantemos segredos, nos preservamos. Mas com os amigos somos autênticos. Aos amigos damos a senha de acesso à página dos nossos pensamentos e sentimentos. Neste compartilhar nos sentimos mais humanos, o coração começa a falar.
     No dia 20 de julho, Dia Internacional da Amizade, aproveitemos para reatar laços e reforçar relações.

Histórico

     O Dia da Amizade, também conhecido como Dia do Amigo, foi criado na Argentina pelo professor Enrique Febbraro, que buscava relembrar a data em que os astronautas pisaram na Lua pela primeira vez (20 de julho de 1969). Seu argumento era que, particularmente nesse dia, o mundo inteiro esteve reunido aos três homens que caminhavam pela superfície lunar - um dos maiores marcos da história recente da humanidade.
     Em 1979, o governo da província de Buenos Aires tornou oficial a celebração e, desde então, muitos países passaram a adotá-la. Embora não seja considerado um feriado, esta data é uma boa desculpa para promover reuniões de velhos e novos amigos.
     Sempre muito respeitado, o Dia da Amizade vem se tornando um fenômeno de massa nos últimos anos. No seu país de origem, a data é tão popular que restaurantes estão com reservas lotadas semanas antes, e a rede de telefones celulares fica congestionada, com tanta gente que tenta se comunicar com amigos.
     No Brasil, o 20 de julho também é usado para homenagear as amizades. Festas, presentes e cartões de felicitações estão cada vez mais freqüentes por aqui também.
VEJA AS PRODUÇÕES DA GALERA DO 9º ANO SOBRE ESTE DIA.



DIA DOS PAIS!!!

Histórico

     O respeito e a admiração pelo pai são antológicos. Na Antigüidade, textos e livros sagrados de diversas religiões valorizavam sua figura a tal ponto que, muitas vezes, consideravam apenas ele na questão da descendência. Ou seja, era o homem que levava adiante o nome da família. Em muitos países do mundo isso ainda acontece.
     A primeira homenagem a um pai que se tem registro é da Babilônia, há mais de quatro mil anos. O jovem Elmesu Moldou esculpiu em argila o primeiro cartão, que desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.
     Nos tempos recentes, a data passou a ser comemorada em 1909, nos Estados Unidos, a partir de Sonora Luise, que prestava tributo ao seu pai. O interesse pela festa espalhou-se pelo país e em 1972 tornou-se oficial, sendo comemorado no terceiro domingo de junho, assim como em muitas outras nações (como França, Reino Unido, Japão, entre outras).
     No Brasil, o dia é criação do publicitário Sylvio Bhering e foi festejado pela primeira vez em 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim (pai de Maria e patriarca da família). E é por isso que o Dia dos Pais segue sendo comemorado no segundo domingo de agosto.
     Em outras partes do mundo homenageia-se os pais em momentos muito diferentes, sendo uma das datas mais espalhadas pelo calendário.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

TEXTOS PARA REFLEXÃO!!!

O repórter
Chegando ao céu um repórter, o mesmo não se continha em ter uma entrevista com Deus.
Pedindo a todos que podia, falava sobre sua vontade, logo lhe foi agendado uma entrevista com o Mestre.
Dia marcado, hora acertada, lá estava ele.
Entrando num salão enorme, muito bonito cheio de flores e com muitas salas, foi lhe indicado a porta pela qual estaria com Deus. Batendo a porta ouviu uma voz:
“Entra.” Disse Deus.
Ele nervoso entrou, e ficando frente ao Mestre ouviu a pergunta:
“Por que queres entrevistar-me?”
“Bem.” Respondeu. “Se tens algum tempo para mim.”
Deus sorri e diz:
“O meu tempo chama-se eternidade e chega para tudo, o que é que queres saber?”
“Nada que seja muito difícil para Deus. Quero saber o que é que mais te diverte nos seres humanos?”
Ele repondeu:
“Eles fartam-se de ser criança, e tem pressa por crescer, depois suspiram por voltar a ser crianças... Primeiro perdem a saúde para ter dinheiro e logo em seguida perdem o dinheiro para ter saúde... pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam o presente e assim não vivem nem o presente e nem o futuro...Vivem como se fossem morrer e morrem como se não tivessem VIVIDO.”
Ao ouvir, o repórter nada falou, e se retirou da sala.
Tudo tem seu tempo, aproveite bem. A hora de brincar... A hora de trabalhar... A hora de rezar... A hora de criar... Crie em sua volta o “equilíbrio”. Ontem é passado, Hoje é presente, Amanhã é de Deus.



O Urso, a Onça e o Morango
Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso enorme, querendo devorá-lo.
O urso rosnava, mostrava seus dentes afiados, babava de ansiedade pelo prato a sua frente.
Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos que três onças tremendamente famintas.
Ele coitado, não sabia o que fazer, olhando para cima via o urso rosnando, passando sua pata próximo a sua cabeça, olhando para baixo estavam as três onças tentando pegar seus pés.
Desesperado ele se encolhia todo, mas em um determinado momento, ele olhou pra o lado esquerdo e viu um morango vermelho, grande, lindo com aquelas escamas douradas refletindo ao sol.
Num esforço supremo, apoiou seu corpo com a mão direita e com a mão esquerda esticando-a toda conseguiu pegar o morango. Olhando de perto ficou inebriado com sua beleza.
Então, levou o morango a boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer inesquecível, comer aquele morango tão gostoso.
Talvez você me perguntem: “Mas e o urso?”
Dane-se o urso e coma os morangos! E as onças? Azar das onças, coma os morangos!
Às vezes, você está em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor sua esposa lhe diz: “Meu bem, relaxe e aproveite o domingo!”
E você chateado responde: “Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos e onças, querendo me pegar na empresa?
Relaxe e viva um dia por vez. Coma o morango. Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.
Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças a arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida, é importante saber comer os morangos, sempre.
A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Então... como os morangos.
Aproveite cada minuto de felicidade que puder ter. sinta-se feliz. Momentos difíceis, sempre existirão. Se você pensar neles, estará deixando de viver. Em tempo... Aproveite, coma um morango.


A Porta do Coração
Um grande pintor havia pintado um quadro o qual havia demorado um ano para ficar pronto.
Dizia ele que era o mais lindo de todos.
No dia de apresentá-lo ao público, convidou todos para vê-lo.
No local compareceram as autoridades, jornalistas, e muita gente, pois o pintor tinha muita fama e era um grande artista.
Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro.
Houve um caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo a porta de uma casa.
O Cristo parecia vivo. Com sua mão de dedos longos, batia suavemente e com o ouvido junto a porta, parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte.
Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura! Como se fará para abri-la?
“É assim mesmo.” – respondeu o pintor. “Esta é a porta do coração humano. Ela só pode ser aberta pelo lado de dentro
Ninguém entra em seu coração, sem você deixar. Veja bem, quem bate... Para nele poder entrar.